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quarta-feira, 15 de julho de 2009
A CRISE É DO CAPITALISMO
A crise está ai, firme forte no mundo inteiro. Apesar das declarações otimistas espalhadas pelo mundo afora pela mídia ou pelos governos de diversos países. Porém isso não é verdade e nós trabalhadores estamos sentindo na pele o lado tenebroso do sistema capitalista.
Os efeitos da crise estão visíveis, como o desemprego, os salários que vem sofrendo corte, empresas fechando e as taxas de crescimento anual dos países estão próximas de zero e em alguns casos até crescimento negativo. Alguns como a Islândia estão até insolventes, e vejam que esse país era um dos grandes exemplos que nos citavam os baluartes do neoliberalismo.
No Brasil a situação também é grave, claro que se os “tucanos” estivessem no poder, provavelmente nem país teríamos agora, pois se relembrarmos o governo FHC, podemos relembrar de como afundávamos a cada pequena tormenta mundial.Porém não podemos poupar o Presidente Lula , que até esse momento só tomou medidas para ajudar os bancos, as montadoras de automóveis e nada de ajudar o povo. É só lembrar o fato da EMBRAER, por que não procurar reestatizar essa empresa, que sempre deu lucro e o vilão maior desse país (FHC) vendeu. Caro Presidente, quem tem que ser beneficiado é o trabalhador não o patrão, afinal que causou essa crise? Ou o senhor acha que foram os pobres que causaram isso tudo? Todos nós sabemos que a ganância do sistema chegou a esse colapso e mesmo assim os grandes “tubarões” querem aproveitar agora do dinheiro público para quitar suas dividas ou ganhar mais com a situação, isso é inadmissível.
Mas uma coisa não muda, com crise ou sem crise, o sistema de divisão imposto pelo capitalismo, o lucro deles e o trabalho é nosso, OU SEJA O SISTEMA SE ALIMENTA DO NOSSO SANGUE e usa de todas as formas para nos reprimir e evitar uma mudança significativa nas relações de poder.
Por isso não abro mão da DEMOCRACIA SOCIALISTA como forma ideal de sistema para que todos nós possamos ter as mesmas possibilidades em nossas vidas.
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Um comentário:
Mas a crise não é o fim do sistema, mas parte dele: Os trabalhadores sem emprego são forçados a aceitar trabalho com salários aviltados, como há equipamentos “sobrando”, os capitalistas podem comprá-los por preços abaixo do seu valor, ou seja, depois de algum tempo, agregasse maior valor a mais valia.
A crise renova a capacidade de expansão do sistema, sendo a forma pelo qual ele funciona, não o modo pelo qual falha.
Esta propensão para crises foi uma previsão audaciosa de Marx – chamando de “ciclos econômicos”.
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